
"Nós vamos fazer a
discussão e obviamente que estatisticamente a sociedade mostra isso. Não
há o que tergiversar com o sentimento do eleitor de 60 por cento que
fez esse movimento(de mudança)", em uma indicação de que poderá apoiar a
candidatura de oposição.
Marina, no entanto,
disse que a decisão será tomada em reuniões individuais dos partidos que
fazem parte da coligação "Unidos pelo Brasil", e depois conjuntamente,
com base no programa apresentado no segundo turno.
"O
programa já foi discutido. Ele é a base de qualquer diálogo nesse
segundo momento em que os eleitores iniciarão um novo processo",
afirmou.
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